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China fecha escola cristã por fazer “lavagem cerebral” nas crianças

Publicado dia 30/09/2017 às 15h49min
Partido Comunista continua sua saga contra o cristianismo

Historicamente, o comunismo sempre se opôs ao cristianismo, que era visto como uma visão de mundo atrasada. O Partido Comunista da China, apesar de tentar mostrar uma face moderna do país, continua agindo como nos tempos da revolução de Mao Tsé-Tung.

Uma escola cristã na província de Henan foi fechada pelas autoridades após acusações que a instituição promovia “lavagem cerebral” em seus alunos.

A China Aid, organização que monitora as violações da liberdade religiosa em solo chinês, informou que os oficiais de segurança chegaram à casa de uma cristã em julho e confiscaram livros que eram utilizados para ensinar a Bíblia para crianças.

A mulher, identificada no relatório apenas como Sra. Zhu, disse à China Aid em meados de setembro os oficiais confiscaram tudo que pertencia à igreja que funcionava em sua casa, incluindo o computador, antes de proibir que ela continuasse com suas aulas. A justificativa dada pelos oficiais é que Zhu estava impondo a religião, num sistema de doutrinação proibido pelo regime comunista.

O governo chinês recentemente continua intensificando sua repressão ao cristianismo e criou novas restrições às crianças que frequentam eventos religiosos. O novo Regulamento Sobre Assuntos Religiosos, que deverá entrar em vigor no início do ano que vem tornará praticamente impossível que menores de 18 anos tenham contato com qualquer manifestação religiosa.

Em julho, o Comitê do Movimento Patriótico de Henan já havia proibido as igrejas de organizar acampamentos e retiros espirituais para menores de idade e estudantes. Novas proibições foram impostas, atingindo também os estudantes estrangeiros de participarem de atividades religiosas nas universidades de Henan. Isso inclui qualquer tipo de encontro no campus, incluindo cultos, momentos de louvor ou pregações.

A China Aid afirmou que essas novas leis que proíbem a manifestação religiosa violam o artigo 36 da Constituição chinesa. Mas a missão reconhece que muito do que as autoridades colocam no papel é apenas para dar ao resto do mundo uma falsa impressão de liberdade, algo que nunca foi o forte do regime comunista, no poder desde 1949.

Fonte: Christian Times